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Juras de amor


- Vou amar-te até ao fim dos meus dias, até ao último sopro de vida dentro de mim! - jurou
- Ãhn!...Eu também, decerto...
- Mas não te ouvi dizê-lo, aliás, não tenho muita certeza disso, eu bem vi como olhavas para o rabo da hospedeira. Se calhar, nunca me amaste e não é agora que vais começar, logo agora, que o nosso avião mergulha a pique e temos poucos segundos de vida.
- Amor! - defendeu-se ela - como é que preferes acabar a tua vida, acreditando que te amo, ou consumido por dúvidas inúteis?

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