O vate mate

    «Este lascivo e doce passarinho / Com o biquinho as penas ordenando».
    Luís Vaz sorriu para o seu servo.
    - Tenho de te felicitar, caro Jau. Preciosos estes versos, como todos os que escreveste para mim. Soarão muito bem aos ouvidos duma certa cortesã por quem ando apassarinhado!
    Jau agradeceu, docilmente, sem revolta e até, com uma viva alegria.


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