o ponteiro dos segundos move-se célere como uma criança que corre sem parar, o dos minutos fica por perto a vigiar como um pai atento, o das horas vem atrás a arrastar os pés, curvado sob o peso dos anos como um avô idoso

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arenga sobre o amor

«Tu és a mulher amada: destrói-me! Tua beleza /Corrói minha carne como um ácido! Teu signo / É o da destruição! Nada resta / Depois de ti ...