Como eu vejo o conto

(como se isso importasse)

Idealizo o conto como uma sinuosa linha do horizonte que desenha a orgânica silhueta de casas e árvores ou mesmo a fluída superfície das ondas, uma linha que podemos encontrar ou construir, sendo que, quando acontece encontrá-la, construímos o conto ao nosso modo, recriamos o que nos é oferecido. 
Essa linha inicia-se e termina em todo o tipo de seres, experiências e mundos e inclusive, por impossível que isso pareça, entre esses mundos podemos também encontrar - eventualmente - o mundo real.

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