O direito inalienável ao trabalho

   - Tu não pareces entender. Preciso agir, fazer-me contratado e cumprir o contrato que celebro e com quem celebro. Eu preciso de trabalhar, de fazer algo de útil, de ser útil. Percebes isso?
   - Percebo, não choramingues mais. Eu arranjo-te as munições que precisas para a arma até ao entardecer! Mas têm de ser pagas na hora, não depois de fazeres o teu serviço!

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