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"...Amas-me! / Não me amas! / Amas-me! / Não me amas!..." - ia entoando, enquanto depilava com uma pinça o sovaco da sua amada, Margarida.




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arenga sobre o amor

«Tu és a mulher amada: destrói-me! Tua beleza /Corrói minha carne como um ácido! Teu signo / É o da destruição! Nada resta / Depois de ti ...