«Sou uma pessoa muito, muito doente. Você choraria por mim e comigo se conhecesse todas as minhas maleitas» - queixou-se o hipocondríaco na cama do hospital - «Acredita em mim?».
   O seu interlocutor, um outro homem acamado (engessado dos pés à cabeça), pestanejou repetidamente em sinal de concordância.

arenga sobre o amor

«Tu és a mulher amada: destrói-me! Tua beleza /Corrói minha carne como um ácido! Teu signo / É o da destruição! Nada resta / Depois de ti ...