«Sou uma pessoa muito, muito doente. Você choraria por mim e comigo se conhecesse todas as minhas maleitas» - queixou-se o hipocondríaco na cama do hospital - «Acredita em mim?».
   O seu interlocutor, um outro homem acamado (engessado dos pés à cabeça), pestanejou repetidamente em sinal de concordância.

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