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...reticências...

   Deixara a cartola em casa, mas quis subir à mesma ao palco para o seu número de magia. Para substituir a cartola, emprestaram-lhe um chapéu de criança, de criança pequena, muito pequeno. Com dois toques da varinha, pretendeu tirar dele uma revoada de pombas esvoaçantes, e saíram algumas borboletas brancas numa voluta alada. Nova tentativa, e quis tirar um coelho, e dele apenas saiu uma pata de coelho. Foi aí, que a sua sorte mudou.

4 comentários:

  1. Não me vais dizer que este coelho, afinal, estropiado como é, até nos vai trazer sorte? Espero bem que sim, Deus te ouça... :)

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  2. ... e então tornou-se o mágico mais original entre todos!

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  3. Manuel, não estava a pensar "nesse" coelho :). Na política não há mágicos, mas sim, ilusionistas em barda.

    Angela...Mágico minimalista? Ou então fez fortuna a vender bonés de criança como adereço para espectáculos de magia...

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  4. Não costumo associar boa sorte a dinheiro. Ser um individuo único já seria o bastante, minimalista ou não!

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Rainha

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