O taxista, sem pressa alguma de chegar ao destino indicado, montava discursos de cicerone e cosia-se às ruas da cidade e aos seus milhentos atractivos com tanta paciência e meticulosidade, que eu achei que ele devia ser um taxidermista nas horas vagas.

arenga sobre o amor

«Tu és a mulher amada: destrói-me! Tua beleza /Corrói minha carne como um ácido! Teu signo / É o da destruição! Nada resta / Depois de ti ...