A ilha tinha zonas completamente destruídas, com árvores arrancadas pela raiz, e erguidas como destroços de proas, folhas de palmeira a rolar em volta como fiapos do tecido das velas, covas na praia cheias de água onde boiavam cocos quebrados e animais mortos pela tempestade. Cadáveres, ruínas, vestígios.
   Ao homem solitário, pareceu-lhe que a ilha naufragara como ele.

arenga sobre o amor

«Tu és a mulher amada: destrói-me! Tua beleza /Corrói minha carne como um ácido! Teu signo / É o da destruição! Nada resta / Depois de ti ...