«Afinal, a melhor maneira de viajar é sentir. / Sentir tudo de todas as maneiras. / Sentir tudo excessivamente, / Porque todas as coisas são, em verdade, excessivas / E toda a realidade é um excesso, uma violência, / Uma alucinação extraordinariamente nítida / Que vivemos todos em comum com a fúria das almas, / O centro para onde tendem as estranhas forças centrífugas / Que são as psiques humanas no seu acordo de sentidos. (...)» (Álvaro de Campos, "Poemas")























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4 comentários:

  1. José , suas postagens gráfica, tem me tocado de perto. As dos balões pela familiaridade com eles por causa de Santos Dumont, tio bisavô de meu marido, cujas obras povoam nossas vidas. Agora o Egito, objeto de estudo de meu pai, desde o meu nascimento até sua morte, tema também constante na família.
    Sintonia, não acha?

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  2. Angela, anda a ler muito Jung ;).

    Os balões, procurei imagens por gostar do tema, e também, confesso, por andar a ler "O Ar e os Sonhos" de Bachelard, um livro belíssimo.

    O antigo Egipto é mais complicado, está por todo o lado, e tenho alguma pesquisa (leiga, amadora,inconsequente) desenvolvida sobre alguns aspectos da sua mitologia e símbolos sagrados. Um dia destes podemos conversar sobre isso.

    (achei interessante a sua referência a Santos Dumont :)

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  3. Não é por ler Jung, mas porque a vida pra mim tem muitos outros sentidos além dos óbvios. E a sintonia não é com a sua pessoa e sim com os temas que me chamaram a atenção!

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  4. (sincronicidade...)

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