Desovar

Clara sentia-se incompleta, diluída e liquefeita em cálidas recordações do pretérito lar aconchegante. 
A vida de Clara não fora mais a mesma desde que ela e a sua filha Gema, haviam abandonado a casa ancestral.

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«Tu és a mulher amada: destrói-me! Tua beleza /Corrói minha carne como um ácido! Teu signo / É o da destruição! Nada resta / Depois de ti ...