«Ultrapassei, há mais de trinta anos, a Idade dos Porquês, e desde então, persisto na Idade dos Para Quês. Para que é que eu me levanto todos os dias da cama?! Para que é que eu continuo a fazer peso ao mundo e a constranger as pessoas?! Para que é que eu continuo vivo e me dou a tanto trabalho?! Para quê?!».

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