«Ultrapassei, há mais de trinta anos, a Idade dos Porquês, e desde então, persisto na Idade dos Para Quês. Para que é que eu me levanto todos os dias da cama?! Para que é que eu continuo a fazer peso ao mundo e a constranger as pessoas?! Para que é que eu continuo vivo e me dou a tanto trabalho?! Para quê?!».

arenga sobre o amor

«Tu és a mulher amada: destrói-me! Tua beleza /Corrói minha carne como um ácido! Teu signo / É o da destruição! Nada resta / Depois de ti ...