Vivia com a mulher há quinze anos, e já tinham três filhos, quando ela, ao encontrar numa arca um vestido de noiva á sevilhana que pertencera a uma prima, achou que os dois se deveriam casar, pela igreja, com padre, chuva de arroz e banquete. Ele concordou, do mesmo modo que concordaria se ela lhe pedisse para fumar uma passa do seu cigarro; na verdade, era tudo muito simples - ele trocava uma união de facto, por uma união de fato e gravata.


arenga sobre o amor

«Tu és a mulher amada: destrói-me! Tua beleza /Corrói minha carne como um ácido! Teu signo / É o da destruição! Nada resta / Depois de ti ...