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O sátiro sentou-se no pufe em forma de pêra, tentando não o danificar com os seus cascos, ficara instalado entre um centauro de olhos muito abertos e um grifo tasquinhando pipocas numa taça de vidro. 


Estava a chegar a hora, e os convidados do tritão continuavam a chegar, íncubos e súcubos, uma cria de hidra, a bera quimera, uma lâmia enlameada.


Todos se acomodavam rapidamente, de olhos fixos no televisor de plasma. Estava quase a começar o programa preferido de todos, um Irreality Show de uma cadeia nacional.

arenga sobre o amor

«Tu és a mulher amada: destrói-me! Tua beleza /Corrói minha carne como um ácido! Teu signo / É o da destruição! Nada resta / Depois de ti ...