Sexta-Feira santa

O marinheiro fumou um cigarro, deitado no convés sob a luz das estrelas. Um braço feminino envolveu o seu peito, e a voz doce da sereia perguntou-lhe ao ouvido.
- Estás contente por eu ter aparecido?
- Estou, e hoje, não podia mesmo comer carne!

arenga sobre o amor

«Tu és a mulher amada: destrói-me! Tua beleza /Corrói minha carne como um ácido! Teu signo / É o da destruição! Nada resta / Depois de ti ...