O anacoreta vive há anos no topo dum poste de madeira, dedicando quase todo o seu tempo à meditação. Todos o conhecem nas redondezas, e acham benfazeja a sua presença a meio-caminho entre a terra e o céu, eles acham que ele atrai boa-sorte e fertilidade. O anacoreta sente-se feliz na sua morada no cimo do poste, mesmo depois de ter descoberto no reflexo dum lago, que não passava duma cegonha.

arenga sobre o amor

«Tu és a mulher amada: destrói-me! Tua beleza /Corrói minha carne como um ácido! Teu signo / É o da destruição! Nada resta / Depois de ti ...