O anacoreta vive há anos no topo dum poste de madeira, dedicando quase todo o seu tempo à meditação. Todos o conhecem nas redondezas, e acham benfazeja a sua presença a meio-caminho entre a terra e o céu, eles acham que ele atrai boa-sorte e fertilidade. O anacoreta sente-se feliz na sua morada no cimo do poste, mesmo depois de ter descoberto no reflexo dum lago, que não passava duma cegonha.

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