Lúcio anda a ser acompanhado por um psicanalista.
- Todos me perseguem - queixa-se - julgam que podem fazer de mim o que querem, capturar-me, puxar-me dum lado para o outro - faz uma pausa com um suspiro infeliz, e conclui - e a culpa é deste meu nome que carrego.
Antes que o analista conteste, Lúcio aponta o anzol de pesca que ainda trazia espetado no lábio.

arenga sobre o amor

«Tu és a mulher amada: destrói-me! Tua beleza /Corrói minha carne como um ácido! Teu signo / É o da destruição! Nada resta / Depois de ti ...