Lúcio anda a ser acompanhado por um psicanalista.
- Todos me perseguem - queixa-se - julgam que podem fazer de mim o que querem, capturar-me, puxar-me dum lado para o outro - faz uma pausa com um suspiro infeliz, e conclui - e a culpa é deste meu nome que carrego.
Antes que o analista conteste, Lúcio aponta o anzol de pesca que ainda trazia espetado no lábio.

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