Vivia tão impregnado de realidade, tão amassado e embrutecido por imperativos rotineiros e mecânicos, que os espanta-espíritos á porta das casas deixaram de ter efeito sobre ele.

arenga sobre o amor

«Tu és a mulher amada: destrói-me! Tua beleza /Corrói minha carne como um ácido! Teu signo / É o da destruição! Nada resta / Depois de ti ...