uma vaga

A beira da cama da sua amada moribunda, o amante vê aparecer aos pés da cama o anjo da morte, sem asas e com o aspecto dum amanuense aplicado, com uma longa lista de nomes na mão.
- Não a leves a ela, leva-me antes a mim! - rogou-lhe.
- Hum! Fazemos promoções, mas não fazemos trocas.
E levou os dois.

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arenga sobre o amor

«Tu és a mulher amada: destrói-me! Tua beleza /Corrói minha carne como um ácido! Teu signo / É o da destruição! Nada resta / Depois de ti ...