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Todos conhecemos a história do João, o rapaz pateta que vivia sempre com a cabeça nas nuvens, e que, num aparente fiasco comercial, obtém uns feijões mágicos que planta nas traseiras da sua casa.

A tradição comum apresenta uma série de peripécias improváveis que sucedem ao aluado João quando este sobe pelo feijoeiro mágico, mas uma versão mais desencantada do conto narra que o pequeno João sobe pelo feijoeiro mágico, mas que não consegue entrar no castelo do gigante onde pensava surripiar umas coisitas para vender no mercado negro, e que se deita a dormir na sua horta, no meio de rábanos e rabanetes. Enquanto dorme, a sua cabeça é decapitada pelo enxada do gigante que recolhe verduras para a sua cozinha. É natural que esta versão do conto não tenha vendido muito nem tenha sido adaptada ao cinema, mas possui, pelo menos, a virtude de nos apresentar um personagem credível, que é coerente até ao fim.


Dicionário

                O “seu” dicionário não tinha muitas palavras, e entre estas, havia muitas quase virginais, intocadas, outras devassadas e p...