(Estranho destino, o dos plátanos plácidos, a quem o frio vai despindo na sua bonomia, enquanto o vento espalha as suas roupas que dançam entre os nossos passos como se executassem um bailado de despedida)

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arenga sobre o amor

«Tu és a mulher amada: destrói-me! Tua beleza /Corrói minha carne como um ácido! Teu signo / É o da destruição! Nada resta / Depois de ti ...