Harold Haraldsen, escritor norueguês de diálogos para peças de teatro mímico, foi interpelado um dia por uma jornalista de Sandefjord que lhe perguntou porque é que ele era uma pessoa tão reservada e recusava-se sempre a dar entrevistas. Haraldsen respondeu que não via nenhuma utilidade ou proveito nisso, e que as pessoas teriam tanto interesse nisso como em saber para que lado é que acordava em cada manhã o rei Olavo V. A jornalista não se deu por vencida, e argumentou que, se ele se deixasse entrevistar, as pessoas poderiam conhecê-lo muito melhor. “Para isso, leiam o que eu escrevo!”, replicou logo Haraldsen.

1 comentário:

  1. perfeito!
    Palmas para Haraldsen! sob que pseudônimo estiver a usar.

    ResponderEliminar

arenga sobre o amor

«Tu és a mulher amada: destrói-me! Tua beleza /Corrói minha carne como um ácido! Teu signo / É o da destruição! Nada resta / Depois de ti ...