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Do mal o menos

O transeunte deteve-se no passeio. Um homem com a cara protegida por uma máscara de filtro, pintava á pistola o gradeamento dum portão alto. Encheu-se de coragem e aproximou-se dele, saltando a fita vermelha e amarela que demarcava o espaço de segurança da pintura.
- Desculpe, senhor, mas a sua máscara chamou-me a atenção, ela é muito diferente, é por causa do vírus h1n1? É algum tipo de protector especial?
- Não – negou o homem com a voz nasalada – esta máscara é para me proteger do cheiro deste verniz, que é altamente tóxico, e o senhor não deveria estar no meio da nuvem a respirar este veneno.
- Ah! Que pena! Eu tinha esperança que fosse alguma máscara nova, cem por cento garantida contra o vírus da gripe.
- O senhor deveria afastar-se, o seu nariz está a aspirar este veneno todo, o senhor até corre risco de vida!
- Na verdade, estou-me a sentir um pouco nauseado e com vontade de vomitar…mas como não é o vírus da gripe, não deve haver espiga.

A sombra dos dias

               Um galão direto e uma torrada com pouca manteiga  - pediu a empregada no balcão à colega. Podia até ter pedido antes,...