- O meu amor por ti, tem a majestade desta montanha!

Ela sorriu, enternecida.

- E irradia pelos céus como estes cedros de ramos estendidos, e dança em volta de ti como estes estorninhos sequiosos que cantam diante da visão do teu corpo fluido.

Ela não coube em si de contente, e a sua alegria fê-la abandonar as margens que a cingiam, e o planalto onde repousara até aí, correndo com um murmúrio alegre pela pele da montanha que a amava, dessendentando numa dádiva de amor os estorninhos e os cedros solitários.

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