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(indiscrição)

Porque sei que ela não me leva a mal, e porque, confesso, não consegui resistir, transcrevo um pedacinho dum mail da Angela (já agora, se seguirem o link, façam o favor de ler o Anima).

«Conheci um rapaz aventureiro que contava histórias mirabolantes sobre suas viagens. Uma delas, no Amazonas, contava como pegava micos. Dizia: - eles são imitadores por excelência. Então, chego a uma clareira e simulo lavar o rosto em uma bacia, coloco pimenta do reino na água e me escondo. Eles descem e chegam para lavar-se e ficam cegos momentaneamente, então venho com um saco e apanho vários, mas acabo por devolvê-los, pois as mães ficam nos galhos chorando e implorando pelos filhos de tal forma que me comovem e não consigo levá-los».

3 comentários:

  1. José! Se imagino, teria ao menos corrigido o texto. Está com êrros imperdoáveis, pela pressa com os e-mails.
    Não discuto que divulgasse a história que me parece verdadeira e acho bastante interessante, mas vou corrigir e te peço para acertar pois não desejo desmerecer seu espaço com êrros crassos em nosso belo idioma!
    obrigada, sim?

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  2. Angela, achei a história deliciosa, daí não resistir, mas era, como diz, um texto espontâneo duma missiva, daí que não tenha sentido necessidade de o alterar. Mais grave, é editar-se um texto para ser lido, e chamar chimpanzés aos babuínos ;). E quanto a erros neste espaço, eles são mais do que muitos, alguns ainda vou corrigindo, outros ficam para trás na estrada

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  3. Caro José, acho sua forma de se expressar muito especial e agradável. Agradeço ter me permitido corrigir minhas bobeiras. Entre chimpanzés e babuínos, somos todos macacos, fazemos muita tolice, graças a deus!

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