A dissolução da memória (rascunho para uma alínea do testamento vital)

«Se um dia eu porventura me esquecer de quem sou, ou não estiver seguro donde estou ou a quantas estou, que aqueles que amei antes do esquecimento, não tenham vergonha ou pudor e internem-me, num lugar qualquer, sob a única condição de acrescentarem pontualmente ás minhas refeições e benesses, um têrmo bem cheio de café forte, e umas quantas tabletes de chocolate - factores indispensáveis à preservação do meu sofrível equilíbrio».

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