Á beira da cama de uma doente em penoso estado terminal, e com o mesmo tom que uma mãe usa para acalmar o seu filho no leito, dizendo-lhe: «Foi só um pesadelo, já passou!», ele apertou entre as suas, a mão da mulher que amava, e murmurou-lhe: «É só a dor de todos os dias, já passa!».

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arenga sobre o amor

«Tu és a mulher amada: destrói-me! Tua beleza /Corrói minha carne como um ácido! Teu signo / É o da destruição! Nada resta / Depois de ti ...