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“Sai daqui, ave de mau-agouro!” – gritou, furiosa.

O corvo pareceu perceber as suas palavras, mas não levantou voo. Seria um desperdício. O corpo dela, preso na carroçaria de metal no fundo da ravina, convidava-o a ignorar os seus insultos.

5 comentários:

  1. Por falar em corvos...ontem mostraram-me um que está em cativeiro. Diz um "olá" com várias entoações que é um verdadeiro espanto. Pena é estar preso. Detesto.

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  2. A mãe duma amiga minha contou-me o caso dum que fora recolhido em cria e a quem haviam ensinado a falar como um papagaio. Deixavam-no na gaiola à porta da rua, onde se metia com todos. Como estava no caminho da escola comercial, acabou por ser morto por um grupo de míúdos que passavam, porque achavam que ele dava azar.
    Histórias à parte, é uma criatura fascinante

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  3. Conheci uma ave negra que falava com voz igual à humana.Diziam que era um Mainá, seria da mesma família ou o mesmo que um corvo?

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  4. Os mainás são de origem asiática, mas têm algumas parecenças com os corvos (talvez mais ainda com o melro) e o seu grasnar é semelhante. Como os papagaios e os corvos, o mainá pode ser ensinado a imitar os humanos. Não que isso seja imprescindível, acho mais útil o inverso, e se essas aves sonharem, devem-nos imaginar em gaiolas ou jaulas, escolhidos e mimados pela nossa capacidade de imitar o seu canto.

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Rainha

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