“Sai daqui, ave de mau-agouro!” – gritou, furiosa.

O corvo pareceu perceber as suas palavras, mas não levantou voo. Seria um desperdício. O corpo dela, preso na carroçaria de metal no fundo da ravina, convidava-o a ignorar os seus insultos.

Mensagens populares deste blogue

A viagem

Abril de 1918 - o caminho para uma Primavera de sangue