Mesmo a meio da ceia (um autêntico festim de vísceras e carne em sangue), o seu amigo perguntou-lhe:
- Acreditas, por fim, na vida depois da morte?
- Sim! - anuiu o zombie - mas chamares a isto vida, revela que conservas a tua pródiga ironia.

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arenga sobre o amor

«Tu és a mulher amada: destrói-me! Tua beleza /Corrói minha carne como um ácido! Teu signo / É o da destruição! Nada resta / Depois de ti ...