Danos maiores

Rosário, cigana e indigente, tentava vender pensos adesivos aos motoristas quando eles paravam junto aos semáforos, poucos os compravam e os pensos nunca davam grande dinheiro, e nem serviam para grande coisa porque eram pequenos (o mesmo pensou a primeira pessoa que a socorreu, quando os viu esvoaçar à volta do corpo de Rosário depois do atropelamento).

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