Um camião de carga desgovernado virou-se numa bifurcação, sem danos humanos mas estropiando a sua carga - um lote de esculturas de seres humanos em tamanho natural, que se expedia para uma exposição na capital. Mas não era só o tamanho das esculturas que era natural, o acidente revelou pelas peças quebradas, que por dentro das esculturas havia gente morta, de carne e osso, com as suas formas e relevos recobertas por uma camada de gesso com quatro dedos de espessura. A polícia foi a casa do escultor para o prender, mas este declarou-se logo um injustiçado - o escultor das peças, alegava, não era ele, mas Deus.

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