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Dos mitos

Amor-próprio, é o que não faltava a Narciso.

5 comentários:

  1. onde é que está aqui o mito? explico: no excesso, no amor-próprio ou no Narciso?

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  2. (pergunta difícil, para um Domingo à noite!!!)
    Divago...
    o amor-próprio de Narciso, que tanto serve para catalogar comportamentos e atitudes, pode encerrar um sentido diminuído, o do negado amor-do-outro, o amor de Eco, que Narciso despreza, mas que os deuses condenam a fundir-se nela, na Lagoa de Eco (enfim, uma das versões da história, enfim, puro despeito da rapariga)

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  3. essa doeu! "puro despeito da rapariga" :)

    mas deixemos isso para depois. Eu perguntava porque acho que nunca na vida me cruzei com alguém com excesso de amor-próprio. Geralmente as pessoas que isso aparentam. Não têm é nenhum,. e fazem por isso um inferno na vida das outras pessoas.

    é curioso que parece que são as mulheres que mais padecem desse mal - a necessidade imperiosa de serem amadas. Apesar de tudo, no geral, parece-me que os homens lidam melhor com isso. será?

    e o mito do Narciso não nos esclarece isso, pois não?

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  4. O "puro despeito" não era nenhum libelo sexista.

    Já me tenho cruzado com algumas pessoas cheias de amor por si próprias, não castigam as outras, olham-nas do alto como corujas de torre ou gárgulas (à espera de serem veneradas?).

    A necessidade de ser amado, creio, também não conhece género, é um atributo do indivíduo, moldada pelas suas (não-) vivências. pessoais

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  5. "Some people never say the words "I love you" / It's not their style / to be so bold /
    Some people never say those words "I love you" / But like a child / they're longing to be told"
    (Paul Simon, "Something so Right")

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