Á terça rezava o terço, e à quarta, quinta, e por aí fora; todos os dias menos à segunda, que era um dia muito preenchido a fazer as contas aos ganhos do bordel.

1 comentário:

arenga sobre o amor

«Tu és a mulher amada: destrói-me! Tua beleza /Corrói minha carne como um ácido! Teu signo / É o da destruição! Nada resta / Depois de ti ...