Na sua vida próspera, colunável e invejada, erguida sobre a morte da esposa rica, teve de usar tampões nos ouvidos para calar a voz da consciência.

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arenga sobre o amor

«Tu és a mulher amada: destrói-me! Tua beleza /Corrói minha carne como um ácido! Teu signo / É o da destruição! Nada resta / Depois de ti ...