- Agora, só um milagre! - disse-lhe o médico no sala de desespera.
Ela retirou-se, da sala e do Hospital; fugiu para o passeio movimentado onde chovia e, à sua maneira, sem palavras decoradas - apenas lágrimas e agonia - rezou por um.

Sem comentários:

Enviar um comentário

arenga sobre o amor

«Tu és a mulher amada: destrói-me! Tua beleza /Corrói minha carne como um ácido! Teu signo / É o da destruição! Nada resta / Depois de ti ...