Acusado de actos de tortura por uma Comissão Internacional de Direitos Humanos, o gabinete do Generalíssimo encomendou um inquérito ao D.I.T.P - Departamento de Inquéritos para a Tranquilidade Pública. O Departamento rebateu uma por uma todas as conclusões da Comissão, e deu como provada que o acto de arrancar as unhas aos prisioneiros não era um acto de tortura, mas um procedimento comum originado pela dificuldade logística em conseguir uma manicura que lhes cuidasse das mãos.


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