Num acesso de paixão, saiu à noite da carpintaria com um balde de tinta e uma trincha, e escreveu nas paredes da cidade: "Amo-te Maria". O gesto romântico surtiu efeito na Maria por quem se perdia de amores, começaram a namorar e acabaram por juntar os trapinhos. Poucos anos depois, azedado pelo ciúme, o mesmo artista achou que era tempo de reformar os seus graffitis. Com a tinta do mesmo balde, reescreveu: "CHAmo-te Maria, mas qual é o nome desse espírito santo de um cabrão que te engravidou?"

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