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Nótula pseudo-histórica

Juan Ponce de Léon tem todas as características para ser recordado nos manuais de História, conheceu pessoalmente Colombo, foi ele quem baptizou a terra dos Everglades e dos refugiados cubanos e, sobretudo, foi autor da mais surrealista empresa de exploração que alguma vez existiu: procurar a Fonte da Juventude. Juan Ponce de Léon não a terá encontrado, o que encontrou foi uma flecha envenenada que o levou á morte, acreditando-se que o seu corpo repouse na catedral de São João, em Cuba. Como em tudo, existe uma história paralela na qual se afirma que não é o seu corpo que aí se encontra, mas o dum seu irmão de armas, Cristóbal de Alicante. Juan Ponce de Léon não terá morrido na altura, nem terá morrido até à data de hoje. Existe uma história consistente sobre um indivíduo que afirmava ser Ponce de Léon e que teria transitado de sanatório em sanatório nas primeiras décadas do século XX. Possuía um conhecimento enciclopédico de todas as épocas históricas desde o tempo de Colombo, e evocava dados e informes sobre povos índios já extintos nos tempos actuais. No seu peito, podia-se ver uma grande mancha enegrecida que ele afirmava ter sido o ponto onde a flecha envenenada o atingiu, horas antes de ter decidido beber a água da Fonte da Juventude.

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