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Não culpem o mensageiro

Criar um filho sozinha era uma tarefa superior às suas forças. Não podia ou não conseguia estar com os amigos, divertir-se, dançar, fazer todas as coisas que gostava de fazer, e das quais fora afastada durante a longa travessia no deserto que fora o seu casamento. Dissimuladamente, deu-o para adopção: entregou-o à irmão e ao cunhado que viviam no Canadá. Mas não o abandonou. Continuou presente na sua vida, comunicando com ele através do Messenger.

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