parábola

O pavão deixou de ordenar com o bico as suas penas iridescentes de vaidade, e achou que era altura de lançar-se ao trabalho. Despiu os seus atavios coloridos e vestiu o seu fato-de-macaco de penas de cores pobres, preparado para bulir. Azar o seu, que não vendo nele nada que o distinguisse, mataram-no e assaram-no no espeto como a um vulgar galináceo.

Sem comentários:

Enviar um comentário

arenga sobre o amor

«Tu és a mulher amada: destrói-me! Tua beleza /Corrói minha carne como um ácido! Teu signo / É o da destruição! Nada resta / Depois de ti ...