parábola

O pavão deixou de ordenar com o bico as suas penas iridescentes de vaidade, e achou que era altura de lançar-se ao trabalho. Despiu os seus atavios coloridos e vestiu o seu fato-de-macaco de penas de cores pobres, preparado para bulir. Azar o seu, que não vendo nele nada que o distinguisse, mataram-no e assaram-no no espeto como a um vulgar galináceo.

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