Nuco Xavier arranjou namorada, uma moça de família guardada e resguardada. O namoro foi à vista em horas contadas, ao lado da tia quarento-solteirona que não cochilava e do fedelho ranhoso que jogava Playstation entre os dois. O jeito era casar e Nuco Xavier ajeitou-se. Prendas para a família da noiva, prendas da família da noiva para os dois, e Nuco Xavier se viu de joelhos no altar ao lado da sua noiva inocente. Chegara a hora de se consagrarem ao matrimónio e Nuco Xavier tomou o missal nas mãos e começou: "Eu, Nuco..." e logo a noiva lhe foi arrancada do altar pelos sogros, que a arrastaram aos gritos pela nave da igreja para que não cometesse o erro da sua vida.

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arenga sobre o amor

«Tu és a mulher amada: destrói-me! Tua beleza /Corrói minha carne como um ácido! Teu signo / É o da destruição! Nada resta / Depois de ti ...