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Não sou um guia de monumentos, não sou um curador do património edificado ou um técnico de restauro e conservação. Mas sou um zelador de ruínas.

2 comentários:

  1. Talvez seja o que todos somos, de algum modo. Talvez as ruínas sejam o que somos, ou o caminho que nos trouxe ao que se é. Ou só memórias frágeis, muitas por existir.

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  2. Ou talvez as ruínas sejam circulares, como no conto de Borges.

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