Dar um tempo

«Há muito tempo que não te vejo. Nostalgia, uma necessidade íntima e serena de ter a meu lado, de me transparecer no teu olhar e acordar na cama com o cheiro da tua pele. É árdua esta distância, ponderada e decidida como um acordo frio entre dois países...dar um tempo...duas almas absurdas, vencidas pelas regras estúpidas do jogo que inventaram».

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«Tu és a mulher amada: destrói-me! Tua beleza /Corrói minha carne como um ácido! Teu signo / É o da destruição! Nada resta / Depois de ti ...